Alunos do ITA conquistam primeiro lugar em disputa entre escolas de formação

Olimpíada, realizada em quatro fases, tem por objetivo valorizar a história militar e a cultura aeronáutica
Publicado: 13/07/2018 18:30
Fonte: DCTA, por Tenente Dariane/AFA, por Tenente Vanessa
Edição: Agência Força Aérea, por Tenente Jonathan Jayme

Alunos do ITA assumiram liderança desde a primeira fase

A equipe Marechal Montenegro, composta por alunos do Instituto de Tecnologia da Aeronáutica (ITA), localizado em São José dos Campos (SP), conquistou a primeira colocação na 5ª Olimpíada de História Militar e Aeronáutica da Academia da Força Aérea (AFA), realizada nos dias 3 e 4 de julho, em Pirassununga (SP).
A competição teve como objetivo valorizar a história militar e a cultura aeronáutica e produzir o compartilhamento de memórias e tradições militares no campo do conhecimento histórico entre as escolas de formação de oficiais das Forças Armadas. Os jogos contaram com a participação de 11 equipes, sendo seis da AFA, duas da Academia Militar das Agulhas Negras (AMAN), duas da Escola Naval, pertencente à Marinha do Brasil, e uma do ITA, totalizando 44 participantes.

A equipe do ITA, composta por Arthur Covatti e pelos aspirantes Tibor Thiesen Dumont Pitrez, Rafael Kawago e Fávero e Daniel Custódio, todos alunos do instituto, competiram em quatro fases. A primeira delas consistiu em uma prova individual, em que foi somada a pontuação dos membros da equipe. Já nesta etapa, a equipe Marechal Montenegro assumiu a liderança da competição e manteve a posição nas três fases seguintes. O segundo lugar ficou com a equipe Saldanha da Gama, da Escola Naval, e a terceira colocação foi conquistada pela equipe General De Gaulle, composta por cadetes da AFA.

Jogos contaram com a participação de 11 equipes

Iniciativa lúdica“Essa inciativa tem como objetivo estimular o estudo da história e da cultura militar entre os futuros oficiais, usando o lúdico como estratégia educacional” afirma o coordenador da atividade, Tenente-Coronel da Reserva Claudio Passos Calaza.

Para o aluno Arthur Covatti, o maior desafio durante o evento foi o autodesenvolvimento na área de História, que não é um dos principais focos do curso de engenharia. “Alcançamos resultados em áreas que fogem às ciências exatas. Isso mostra que os engenheiros formados pelo ITA são também cidadãos conscientes”, avalia.

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